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HISTÓRIA

Era uma vez, uma terra bonita, rica e feliz. Ela era habitada por mais de 3 milhões de pessoas livres, saudáveis e alegres, os índios. Eles andavam nus e comiam e bebiam o que a natureza lhes dava : enormes quantidades de frutos e plantas que cresciam em abundância nesta terra e inúmeros animais que viviam nela e que eles tiravam dela através da caça e da pesca. Os índios construíam suas moradas com troncos, galhos e palhas fornecidos pela enorme quantidade de árvores e plantas da região. Esta matéria prima também era utilizada para fazer utensílios como cestas, esteiras e redes, entre outros. Eles tinham um artesanato rico e diversificado e sabiam trabalhar muito bem a madeira, a cerâmica e a pedra.

Estes índios pré-brasileiros eram pacíficos e viviam em sociedades matriarcais. Cada tribo tinha um "pajé", que era o líder espiritual e o curandeiro da tribo. Eles acreditavam em vários deuses, cada um representando um elemento da natureza como o sol, a lua, a água dos rios, e assim por adiante. Eles gostavam de festas, comemorações e cerimônias e estavam sempre com os corpos pintados e enfeitados com plumas, pedras, sementes e conchas.

Em 1500 d.C. chegou a esta terra maravilhosa um grupo de navegadores portugueses, liderados por Pedro Álvares Cabral, que pensavam estar chegando à Índia, onde então começa para o resto do mundo a história do Brasil como colônia da corte Portuguesa. O lugar do descobrimento foi onde se situa hoje a cidade de Porto Seguro, no sul do estado da Bahia. Logo depois, em 1501, uma expedição de reconhecimento da terra descobriu uma grande e bela baía, batizada de Baía de Todos os Santos, por ter acontecido no dia 1º de novembro (dia de "todos os santos" para os católicos). A baía virou uma referência para os navegadores e tinha um dos portos mais movimentados do continente americano.

A cidade de São Salvador, cujo nome homenageia Jesus Cristo, o Salvador, foi fundada em 1549 e era a primeira capital do Brasil. Ela foi o principal porto Atlântico na rota das especiarias com destino ao Oriente e prosperou inicialmente com a exportação de pau-brasil - a madeira que deu origem ao nome do país - açúcar, tabaco, algodão, ouro e diamantes e com o tráfico de escravos.

Em 1583, Salvador tinha duas praças, três ruas e cerca de 1600 habitantes. A riqueza da Capital atraiu a atenção de estrangeiros de diferentes países Europeus, Holandeses entre outros, que tentaram conquistá-la através de várias expedições nos séculos XVI e XVII.

Em 1763 Salvador perdeu sua condição de Capital da colônia, que foi transferida para a cidade do Rio de Janeiro. Como capital da Província e mais tarde do Estado da Bahia, a cidade manteve sua importância política e econômica, porém passou por várias crises econômicas ao longo dos séculos XVIII e XIX.

No âmbito político, a consciência libertária da população de Salvador deu origem a vários movimentos de contestação e revolta contra o domínio português. Um destaque foi a Conjuração dos Alfaiates em 1798, em que um grupo de revoltosos tentou fundar a República Bahiense.

O processo de modernização da cidade e da região tem início nos anos 50 do século passado com a construção da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso e a abertura da Rodovia Rio–Bahia. Nos anos 70, o governo brasileiro implanta o Distrito Industrial de Aratu e do Pólo Petroquímico de Camaçari, ambos na Região Metropolitana de Salvador. A Bahia tem hoje a maior participação no PIB brasileiro entre os estados do Nordeste.