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CANDOMBLÉ - Origens

Nos idos de 1500, vieram, transportados nas naus, escravos oriundos de várias tribos da África. Eram negros capturados como escravos mas que tinham suas vidas próprias, seus costumes e suas crenças celebrando seus próprios deuses e seus emissários. Os que podiam, traziam consigo alguns objetos da sua terra natal como lembranças, ou melhor, como laços inquebráveis com suas raízes e sua cultura. Estes objetos eram, tipicamente, um punhado de terra amarado no corpo, uma pedra chamada "Otá" ou uma raiz ou semente de árvore. Cada um deles tinha um significado especial para os negros e trazê-los consigo era como trazer as próprias divindades, chamadas de "orixás", e com elas os benefícios da cura de doenças, do fechamento e da limpeza de corpo. Estes objetos eram utilizados depois para cultivar a sua crença escondido do olho de seus donos portugueses que proibiam qualquer culto religioso diferente da sua própria religião, a católica apostólica romana. Estas crenças divergiam de acordo com o local de origem dos escravos. De maneira geral estas crenças foram denominadas como "Candomblé".

Os escravos Africanos trazidos para o Brasil vieram principalmente da antiga Guiné (que se estendia do Senegal à Serra Leoa), da Angola e da Costa da Mina. Além disto eles eram oriundos de várias tribos como Nagô, Jêje e Angola, hoje as três "nações" mais cultuadas na Bahia.